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Aedes aegypti assusta em época chuvosa no Ceará; abril e maio são meses preocupantes

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De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), três pessoas já morreram por doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti na época chuvosa do Ceará. Os casos de dengue, chikungunya e zika costumam aumentar nessa época do ano, e, segundo apuração do Diário do Nordeste, abril e maio são meses críticos nos tratos dessas doenças.
O aumento de casos está diretamente ligado à chuva, uma vez que, quando as chuvas ficam mais frequentes, o número de criadouros se multiplicam. Além disso, o aumento da temperatura nesse período de tempo colabora com a maior velocidade de desenvolvimento do mosquito, assim, a proliferação das doenças se torna, consequentemente, maior e mais rápida.
De acordo com infectologistas, a dengue é a que causa mais risco de morte, enquanto a chikungunya se torna perigosa pelo fato de seus efeitos poderem persistir por meses e, até, anos. Além delas, a zika é muito temerária para gestantes, pois pode causar microcefalia nos bebês.
Os casos dessas três doenças têm diminuído em Fortaleza, mas não se deve parar os alertas e as prevenções. Os boletins mais recentes da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa) apontam que, de janeiro à 9 de março, o estado já apresentou 416 casos de dengue -com três mortes-, além de 231 de chikungunya -com um falecimento- e, por fim, três casos de zika.
Prevenção
Em Fortaleza, a Prefeitura deu início a séries de mutirões com o intuito de conscientizar a população, além de acabar com os focos criadouros de mosquitos. No ano de 2018, ações como essas já aconteceram nos bairros: Jangurussu, Bom Jardim e Mondumbim.  A escolha dos bairros foi feita a partir da quantidade de casos ocorridos.
Os agentes de mutirões organizam ações de tratamento focal, como educação nas casas de moradores e controle químico em locais possivelmente infectados. Além disso, como parte da conscientização, ocorre uma intensificação do combate do Aedes aegypti, como orientações, entrega de panfletos informativos e fixação de cartazes.
As Informações são da Rádio Verdes Mares 

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