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Tragédia - Caixa d’água desaba sobre escola matando duas crianças e deixando 20 feridos em Sergipe

Caixa d' água partiu escola no meio  (Foto: TV Sergipe)
Caixa d' água partiu escola no meio (Foto: TV Sergipe)


Na tarde desta última segunda-feira (6), duas crianças morreram e outras ficaram feridas após a queda de uma caixa d’água no telhado da Escola Municipal Professor Osman dos Santos Oliveira, no Povoado Campo Grande, município de Nossa Senhora das Dores, Médio Sertão de Sergipe.

Dos 20 feridos no acidente registrados pela Prefeitura de Dores, seis foram encaminhados para Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) em Aracaju. Outras três crianças estão no hospital de Itabaiana, em situação estável de saúde. Outras 11 vítimas que foram atendidas em uma unidade saúde de Dores já receberam alta
Equipe do GTA atendendo uma das vítimas (Foto: GTA )
Equipe do GTA atendendo uma das vítimas (Foto: GTA )
A Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO) confirmou que a caixa d'água pertence a empresa e ficava ao lado da unidade escolar. O reservatório era responsável pelo abastecimento do povoado, que tem 600 pessoas. Segundo a assessoria de comunicação, uma equipe foi deslocada para o local do acidente e o foco é dar assistência às vítimas e familiares.
"O reservatório tinha 13 anos, o que para a construção não é considerado um longo período. E possuía 15 metros de altura, com capacidade para 30 mil litros de água. Uma perícia será realizada no local nesta terça-feira", explica o diretor da DESO, Sílvio Múcio, completando que a companhia vai apurar tecnicamente o fato para esclarecimentos as causas do acidente .

Inquérito
O delegado Marcos Garcia, que acompanha o caso, informou que o inquérito já foi instaurado e testemunhas foram ouvidas. “Algumas disseram que a situação da caixa d’água já vinha sendo questionada pela comunidade e um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) tinha sido firmado entre o Ministério Público de Sergipe e a DESO. Agora, o papel da polícia é buscar e responsabilizar àquelas pessoas que não adotaram as providências necessárias”, disse.
O diretor da DESO, Sílvio Múcio, disse que não tem conhecimento da existência do TAC referente as condições do reservatório.
A assessoria de comunicação do Ministério Público de Sergipe informou que o órgão não tinha conhecimento do estado do reservatório. Disse ainda que o promotor Renato Dantas Bernardes afirma que o único Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) existente foi firmado com as escolas municipais para adequar o projeto de incêndio e pânico.

Conteúdo G1 Sergipe 

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