Policia prende grupo suspeito de assalto ao bancos de Novo Oriente e Redenção


Cinco pessoas que participaram dos últimos ataques a banco ocorridos nos municípios de Novo Oriente e Redenção foram presos, no fim da noite de quinta-feira (21), durante uma operação conjunta do BPChoque da PM, por meio do Comando Tático Rural (Cotar), e da Polícia Civil, através da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF). Os suspeitos estavam em uma pousada, em Morada Nova, quando foram abordados e presos. Uma parte do bando conseguiu fugir levando as armas longas.

De acordo com o comandante do BPChoque, tenente-coronel Henrique Bezerra, a PM recebeu a informação de que os suspeitos, que também abriram fogo contra a Delegacia e o Destacamento da PM de Novo Oriente e roubaram uma loja de equipamentos eletrônicos no mesmo dia, já estavam planejando outro ataque a uma agência bancária que ocorreria na madrugada.


"Eles foram encontrados com pistolas ponto 40 e revólveres, além de muito dinheiro queimado, o que deixa claro o envolvimento na explosão do banco. A partir de agora, a DRF vai continuar as investigações para identificar o restante do grupo", informou Henrique Bezerra.


"Posterior à prisão dos cinco indivíduos, identificamos mais dois suspeitos de envolvimento na ação criminosa e vamos realizar todas as diligências para capturá-los", afirmou o titular da DRF, delegado Raphael Vilarinho. O titular da DRF ressaltou também, que o bando é muito jovem e os integrantes começaram recentemente a praticar crimes, tanto que apenas dois deles já têm antecedentes criminais.
"Nos chamou a atenção o fato de serem pessoas muito novas, na faixa dos 20 anos, já praticando crimes de grande violência e gravidade. Conhecíamos apenas o George, pela prática de homicídios; e o Florêncio, por tráfico de drogas. O George é muito violento. Tinha dois mandados de prisão em aberto, por homicídios que cometeu, e está envolvido na morte de um policial militar", afirmou Vilarinho.



O delegado da DRF declarou que as investigações continuam para elucidar quem financiava e ajudava na logística do bando. "Esses cinco são apenas a linha de frente dessa organização criminosa. É preciso saber quem estava financiando, fornecendo armas, trabalhando como explosivista para eles. O assalto a banco é um crime caro e que necessita de experiência. Eles não estão sozinhos nisso", declarou.


Fonte:Diário do Nordeste

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