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BRaio captura dupla que usava pistola de pressão em assaltos na cidade de Quixadá

Dupla estava utilizando pistola de pressão simular a uma arma letal para praticar assaltos em Quixadá.

Equipes do Batalhão de Policiamento de Rondas de Ações Intensivas e Ostensivas (BPRaio) capturaram em Quixadá um adulto e um adolescente suspeitos de um assalto praticado no início da tarde do último sábado (29) no bairro Planalto Universitário, em Quixadá. A dupla havia acabado de roubar a mochila do funcionário de uma loja de telefones celulares quando foi cercada pelas equipes do BPRaio.

Ainda de acordo com informações da Polícia Militar, os suspeitos, um deles identificado como Felipe Ramiro de Queiroz Cassimiro, 18 anos e um adolescente de 15, utilizaram uma pistola de pressão, modelo Airsoft, para praticarem o assalto. Em poder deles foram recuperados seis telefones celulares, dois perfumes, um desodorante, dois tablets, uma câmera Go-Pro, três carregadores de celular e uma vara para selfie.
Os criminosos serram a ponta do cano, de cor laranja para simularem que estão utilizando uma pistola letal.
As pistolas de Airsoft possuem os mesmos detalhes de uma arma letal incluindo o modelo e até o carregador.

Armas de Airsoft

Embora as pistolas Airsoft possuam uma identificação nas pontas dos canos, geralmente de cor laranja, conforme estabelecem as leis brasileiras sobre a comercialização de simulacro de arma de fogo, como são idênticas a arma reais e bem mais baratas, variando de R$ 200,00 a R$ 900, 00 os criminosos estão comprando esses modelos e cortando a identificação de arma na letal para amedrontarem suas vítimas, explicou um policial.As informações são do Diário do Nordeste.

Os praticantes de Airsoft ou Softaiir, explicam que trata-se de um jogo desportivo onde os jogadores participam de simulações de operações policiais, ou como recreação, utilizando táticas militares com armas de pressão que atiram projéteis plásticos não letais. O jogo é bastante popular em vários países asiáticos, como o Japão, China, Coreia do Sul e Filipinas, onde armas reais são difíceis de obter devido a leis locais.

Diário  Sertão Central