Após declarações do prefeito de Pedra Branca, APEOC divulga vídeo com nota de esclarecimento

A Comissão Municipal do Sindicato APEOC de Pedra Branca,   divulgou um vídeo com uma nota de esclarecimento, após   declarações do...

Durante assalto no Ceará quadrilha amarra cinto com explosivos em criança e decepa dedo do dono da fazenda


Quadrilha invade sítio e amarra cinto com explosivos no corpo de criança em Caucaia


A criança de apenas 12 anos, que teve o cinto colocado em seu corpo, é filha do proprietário. Material teria capacidade para matar o menino e ferir quem estivesse próximo. O dono da fazenda ainda teve o dedo decepado.


Cinto com explosivos foi colocado no corpo de uma criança de 12 anos (Foto: Divulgação Gate)


Um grupo de criminosos armados invadiu um sítio e manteve proprietários e funcionários reféns na madrugada desta quarta-feira, 18, em Caucaia. A quadrilha decepou o dedo de uma das vítimas e amarrou um cinto com explosivos em uma criança de 12 anos, mas o artefato não explodiu. A Polícia Militar realiza buscas para capturar os suspeitos, que fugiram após o crime. Um deles foi capturado.
A invasão da fazenda ocorreu por volta das 21 horas, quando proprietários e funcionários foram recolhidos em um cômodo do local. "Começaram a aterrorizar e ameaçar as vítimas de morte. Colocaram esse cinto no corpo da criança, que é filho do proprietário", narrou o sargento Wellington Vaz, do esquadrão Antibombas do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate).
A vítima que teve o dedo decepado pelos suspeitos era o dono da fazenda, ainda de acordo com informações da Polícia Militar. Antes de fugirem, os criminosos chegaram a retirar o cinto com explosivos do corpo da criança e levá-lo junto com os objetos roubados. 
Durante a fuga, houve perseguição policial e o veículo roubado do sítio foi abandonado. Um homem foi preso, mas os demais conseguiram se evadir. Os objetos levados pelos suspeitos foram recuperados. 
O Gate foi acionado de manhã e quando chegou ao local constatou que o objeto tratava-se de emulsão explosiva, com capacidade para matar a criança e ferir quem estivesse próximo. Foram recolhidas cerca de 600 gramas desse material explosivo, que foi enviado para Perícia e deve ser posteriormente destruído.
"Esses cartuchos são largamente utilizados em pedreiras. A quantidade não causaria colapso nas estruturas físicas da fazenda, mas quem estivesse com esse material ao corpo ia morrer", explica o sargento Wellington.
O inquérito sobre o caso foi aberto na Delegacia Metropolitana de Caucaia, onde o suspeito capturado também está detido. Ainda não há detalhes sobre a identificação do homem.
Redação O POVO Online

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